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Tudo o que deve saber sobre o Bulmastife

O Bulmastife é uma raça que se encontra entre as mais jovens do mundo. Se há algumas décadas atrás este poderoso gigante aterrorizava os animais do campo na sua terra natal, a Inglaterra, a verdade é que a sua lealdade e jeito para com as crianças o transformou num cão de família. Apesar disso, o Bulmastife faz parte do grupo de cães perigosos.

Características

Sem sombra de dúvida que o Bulmastife mete respeito. O seu olhar atento e a sua estatura pesada são reflexo do seu passado como cão de guarda, que nem por nada devia ser provocado. Hoje em dia, felizmente, é notório que desenvolveu a sua sensibilidade, o que significa que não atacará pessoas ou animais sem motivo. Esta particularidade, em conjunto com uma boa socialização e uma educação consistente desde tenra idade, transformam o Bulmastife num animal muito calmo, que facilmente se adaptará a um lar com crianças. Ao lidar com os mais novos é uma raça meiga, apesar do seu tamanho. Graças aos seus nervos de aço e uma fantástica autoconfiança, raramente se sente provocado por outros cães durante os passeios diários. Ladrar é um traço pouco comum entre estes cães. E ao passo que é um animal cheio de vida, brincalhão e bem-humorado, por outro lado não se importa nada de descansar entre quatro paredes. Quando os donos não estão em casa, opta por dormir a maior parte do tempo.

De temperamento equilibrado, este é um animal que tem também um lado bastante individualista. Por vezes, não cumpre imediatamente os pedidos do seu dono. E com ordens que não lhe fazem sentido, a sua tranquilidade pode transformar-se em teimosia. Obediência cega é algo que não se pode esperar de um Bulmastife. Tal deve-se certamente ao facto de esta ser uma raça que dificilmente se pode subornar. A sua inteligência e rapidez de julgamento fazem com que se sinta de igual para igual para com o dono. São, no entanto, animais muito ligados à família e leais no dia a dia. E, apesar da sua autoestima, são exemplares bem dispostos e carinhosos.

Por outro lado, o Bulmastife é um cão que, ao primeiro impacto, dá a conhecer o seu lado mais desconfiado e distante. Tendo em conta a sua capacidade de julgamento, é normalmente certeiro a identificar as intenções dos humanos. Rapidamente permite aos convidados inócuos integrarem a família. Possíveis intrusos, por outro lado, depressa se apercebem que devem acautelar-se contra o Bulmastife.

Tanto visual, como física e espiritualmente, o Bulmastife é um animal completo, o que faz dele um excelente cão de guarda. Factos que o inserem numa listagem de cães potencialmente perigosos (categoria 2) em seis estados federais na Alemanha. É essencial proporcionar-lhe educação e momentos de socialização desde tenra idade com um dono experiente, de forma a transpor para primeiro plano o seu bom humor e a sua tranquilidade e a passar para segundo plano a imagem de um cão de luta, que certamente não faz justiça a um animal tão meigo e versátil.

Aparência

Apesar da sua forma compacta e do seu peso, esta não é, contudo, uma raça “pesadona“. Muito pelo contrário – o seu corpo musculado impressiona através da força e da maneabilidade. A sua aparência possante é completada por uma estrutura craniana quadrada, resultado das orelhas dobradas e elevadas, em forma de “v“.

A testa do Bulmastife é enrugada; no entanto, logo que alguma coisa lhe desperte a atenção, imediatamente a sua testa perde as rugas. Este traço físico, que indica aos donos que algo de interessante se passa em seu redor, é uma das imagens de marca desta jovem raça.

Em termos de cores, o Bulmastife apresenta-se em tons de vermelho, fawn e malhado. Em comum, todos os animais desta raça têm o focinho negro, que vai clareando ao chegar à zona dos olhos e que completa o seu crânio de dimensão considerável. Impressionante é também o seu pescoço, extremamente musculado. O seu peito largo enquadra-se perfeitamente nas largas patas dianteiras.

História

Tendo em conta que o Bulmastife é uma raça bastante jovem, cujo aparecimento remonta ao século XIX, a sua história é bem conhecida. Ao contrário de outras raças que se desenvolveram através de cruzamentos algo aleatórios durante a Antiguidade ou a Idade Média, esta foi criada de forma bastante específica desde o início. A partir do cruzamento entre o velho mastim inglês e o velho buldogue inglês, os guarda-caça do século XIX prometeram a si mesmos o desenvolvimento de um animal de guarda que os protegeria e à sua caça contra caçadores furtivos.

Apesar do roubo ser, na altura, um ato penalizado com a sentença de morte, era, por outro lado, vista como a única saída para muita gente. O aumento dos níveis de pobreza e, em consequência, do desespero destes ladrões, tornou a situação dos guarda-caça insustável; não nos esqueçamos que a sua profissão consistia em proteger as terras dos nobres. De forma a escaparem à pena de morte, alguns dos caçadores furtivos acabavam por cometer suicídio. 

A execução pública dos que atentavam contra a lei deixava de poder ter lugar. Desta forma, era cada vez mais premente a existência de um cão de grande estatura e que, por outro lado, agisse de forma controlada e corajosa. Através do cruzamento entre o mastim e o buldogue inglês, este objetivo depressa foi concretizado. A partir de parâmetros de criação seletiva, uma raça poderosa e protetora foi criada, com todos os traços físicos e de personalidade pretendidos. Mais tardiamente, utilizaram-se também os Bloodhound na criação, e o resultado foi um animal, cuja designação inicial foi de “Gamekeeper’s Nightdog”, de faro e sentido de orientação ainda mais apurados.

Na véspera de Natal de 1924, a nova raça, nomeada Bulmastife, é oficialmente reconhecida pelo Clube Kennel inglês.

Com a melhoria da estrutura social e das condições de vida em Inglaterra, o Bulmastife deixa de fazer sentido como cão de guarda para os guarda-caça. Graças ao seu fantástico sentido de orientação e à sua figura ameaçadora, depressa integra os corpos policiais ingleses. O mesmo aconteceu com as autoridades norte-americanas, que reconheceram os atributos desta raça.

Tanto no seu país de origem como em tantos outros países, o leal e confiante Bulmastife transforma-se num estimado cão de família e companhia.

Graças à sua serenidade, sensibilidade e autoconfiança, o trabalho destes animais era apreciado tanto na polícia, como nos serviços de caminho-de-ferro e também como cães de resgate e cães-guia. Porém, Moseley, o primeiro presidente do “National-Bull-Mastiff-Police-Dog-Clubs“, não pôde deixar de reconhecer o potencial deste animal como cão de família. Desta forma, começa, em 1925, a criação de um Bulmastife de família e de exibições a partir daquele que foi um puro cão de guarda.

Finalmente, depois da Segunda Guerra Mundial, o Bulmastife chega a território alemão, onde começa a ser criado de forma mais expressiva a partir dos anos 70. A responsabilidade pelos padrões de raça cabe ainda à Inglaterra, a terra de origem da raça.

Regra geral, o Bulmastife é um  animal saudável com um número controlável de doenças associadas. Tal como outros molossos, também o Bulmastife faz parte do grupo de cães que padece de problemas nos joelhos e nas ancas, tal como de outras patologias associadas ao movimento e doenças do foro cardíaco.

Alimentação

Independentemente da raça, todos os cães precisam de uma dieta rica em carne. A ração para cães deve ser selecionada de acordo com o peso, a idade e as características do animal. 

Saúde e higiene

Os cuidados a ter com o pelo do Bulmastife são muito simples. Graças ao seu pelo curto, suave e junto à pele, umas escovadelas ocasionais são suficientes para se libertar de possíveis impurezas, fruto dos passeios no exterior.

A maior parte do tempo que puder dedicar ao seu Bulmastife deve ser usado na sua educação. A natureza pouco convecional deste companheiro de quatro patas, aliada ao seu físico poderoso e ao facto de se encontrar listado, em alguns países, como um cão de raça perigosa, requerem um dono experiente, que lhe consiga oferecer uma educação carinhosa e simultaneamente consistente. A educação deve iniciar-se desde logo junto da mãe e continuar depois junto da nova família ao longo da vida. Uma boa estratégia educacional é a clássica subordinação. Certamente tornará o seu Bulmastife num maior fã dos passeios demorados. Tendo em conta que não sentem grande necessidade de se movimentarem, estes animais podem ser mantidos em apartamentos, isto apesar do seu tamanho. Ainda assim, dois passeios diários são fundamentais.

Fonte: https://www.zooplus.pt/magazine/caes/racas-de-caes/bulmastife

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David Alves
David Alves

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